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Ministério da injustiça
Esse título pode parecer uma aberração, mas é exatamente o que está previsto que aconteceria, estando registrado há quase dois mil anos nas Escrituras Sagradas. Vejamos.

O Espírito Santo, por intermédio de Paulo, o apóstolo dos gentios, afirmou o seguinte:

“Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele, que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o dia de Cristo estivesse já perto. Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição; o qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus. Não vos lembrais de que estas coisas vos dizia quando ainda estava convosco? E agora vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. Porque já o MISTÉRIO DA INJUSTIÇA OPERA: somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado” (2 Tessalonicenses 2:1-7).

Haverá alguma similaridade entre essa profecia e o que está acontecendo hoje nas esferas jurídica, política e social mundo afora? O cenário atual no planeta — e notadamente no meio jurídico brasileiro — é tão gritante que mesmo alguém com pouco ou nenhum estudo formal possui uma clara percepção dos fatos.

E por que isso está acontecendo? Esse fenômeno também já foi esclarecido pelo Espírito Santo. Veja:

“E com todo o engano da injustiça para os que perecem, PORQUE NÃO RECEBERAM O AMOR DA VERDADE para se salvarem. E por isso Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira; para que sejam julgados todos os que não creram a verdade, antes tiveram prazer na iniquidade” (2 Tessalonicenses 2:10-12).

Ora, como já temos amplamente demonstrado nos textos anteriores, A VERDADE corresponde à lei e aos mandamentos de Deus. A rejeição acintosa e sistemática desses princípios resulta justamente no estado de coisas que vivenciamos hoje, inclusive no próprio meio religioso judaico-cristão.

Muitos dos magistrados que têm se levantado como juízes de exceção, encontrando amplo apoio entre seus pares, são homens que cultuam divindades pagãs escolhidas ao seu belo prazer.

Tornou-se de conhecimento público o fato de um magistrado brasileiro de elevada corte declarar que serve a uma entidade nominada "senhor da guerra", identificada como Ogum, de matriz africana. Como pode um homem dotado de tamanha instrução acadêmica cultuar uma divindade ligada a tradições tribais ancestrais? Essa é a razão de sua cegueira espiritual, que o leva a cometer o que muitos consideram arbitrariedades em seus julgamentos e decisões jurídicas.

Por tudo isso, não me admiro com os rumos atuais, visto que tive os meus sentidos espirituais despertados para discernir tais acontecimentos. Portanto, não se espante você também; afinal, tudo isso já estava previsto para se manifestar neste mundo, que opera sob um sistema dominador e perverso.

Guarulhos-Sp, 09/10/2026

Oli Prestes
Missionário
oliprest
Enviado por oliprest em 09/10/2026
Alterado em 23/10/2026


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Imagem de cabeçalho: raneko/flickr